terça-feira, 26 de julho de 2011

Viver é mudar


Perdido, completamente desnorteado.
Novo, tudo novo. Longe bem distante do que deixou.
Não sabia se ficava ou se ia embora, se ria ou se chorava, se caminhava ou se parava a observar, se encantava ou se estranhava o que acabara de ver.
Pessoas aglomeradas, pequenas pedras pelo chão, um tom de cinza meio amarelado e algumas lágrimas. Não sabia se voltava e nem como ia voltar.
Novos ventos, outros tempos e talvez outro momento.
Estranho, sem sentido, completamente imperceptível, em minha cabeça mil perguntas, tantas memórias, grandes histórias e uma que eu queria esquecer...  Talvez, relembrar quando estivesse distraído, ou com saudade. Mas sei lá, acho que prefiro esquecer.
Nas mãos, minhas malas com lembranças de tudo que vivi e que deixei para trás, e se perdi alguma coisa não voltarei para buscar.
Uma esperança?  Viver tudo o que há de bom para viver, sem me importar ou pensar no que poderá acontecer...
Na cabeça, apenas uma certeza:
Sairei de minhas limitações, experimentarei novas aventuras, novos sabores, conhecerei pessoas, outros lugares e tirarei as impressões que me faz ver o mundo como eu imagino, e não simplesmente com é ou pode ser.
O final dessa história? Somente o tempo irá dizer...

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