sexta-feira, 8 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Monólogo da Vida Real
...Ele
queria voltar a atuar. Ele queria expressar o que sente de tantas formas, mas
agora parece que...
Ele só queria dizer que mudou, que és diferente, que a história que hoje vocês vêem, não passa apenas de uma linha imaginária fantasiada de personagens que não existem, e sim de uma única pessoa que na trama da vida real tenta o tempo todo tirar as máscaras que esconde o seu desconforto, seus medos, sua fragilidade, sua insegurança e a sua ânsia de alcançar algo que talvez nunca aconteça. E ao contrário disso, ele se mostra forte. Esconde suas fraquezas, estampa um sorriso no rosto e se joga nos braços das dificuldades que o torna cada dia mais forte.
Hoje, suas paixões são tão intensas que o suor que escorre pelo seu corpo cheira à amor. E mesmo com todas as variáveis que ocorrem em seu caminho, ele ainda consegue ver boas perspectivas em seu futuro. Pura imaginação? Não. Loucura? Também não. Talvez seja essa vontade dizer tudo o que sente e pensa após os três sinais de Moliére, de uma forma descontraída e mais impactante, com duas ou três pessoas que o ajude em seu diálogo pouco feliz. Mas quem sabe sozinho? Sei lá, acho que não. Ele pode até ser mais desenvolto em palavras, mas não esconde a sua timidez.
E afinal de contas, quem é essezinho aí que leva essa vida desse jeito, sem muitas páginas coloridas?
Cenas dos próximos capítulos...
Ele só queria dizer que mudou, que és diferente, que a história que hoje vocês vêem, não passa apenas de uma linha imaginária fantasiada de personagens que não existem, e sim de uma única pessoa que na trama da vida real tenta o tempo todo tirar as máscaras que esconde o seu desconforto, seus medos, sua fragilidade, sua insegurança e a sua ânsia de alcançar algo que talvez nunca aconteça. E ao contrário disso, ele se mostra forte. Esconde suas fraquezas, estampa um sorriso no rosto e se joga nos braços das dificuldades que o torna cada dia mais forte.
Hoje, suas paixões são tão intensas que o suor que escorre pelo seu corpo cheira à amor. E mesmo com todas as variáveis que ocorrem em seu caminho, ele ainda consegue ver boas perspectivas em seu futuro. Pura imaginação? Não. Loucura? Também não. Talvez seja essa vontade dizer tudo o que sente e pensa após os três sinais de Moliére, de uma forma descontraída e mais impactante, com duas ou três pessoas que o ajude em seu diálogo pouco feliz. Mas quem sabe sozinho? Sei lá, acho que não. Ele pode até ser mais desenvolto em palavras, mas não esconde a sua timidez.
E afinal de contas, quem é essezinho aí que leva essa vida desse jeito, sem muitas páginas coloridas?
Cenas dos próximos capítulos...
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