Acabei de descobrir que não faço parte dessa ''loucura''.
A minha é mais complexa, eu vivo o mundo que é só meu e nele só cabe a mim...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Desabafo
O silêncio que me trouxe a dor.
Fui ferido pelas palavras extraídas de uma alma vazia.
Eu já experimentei outros desgostos, mas o gosto dessas frases foi o que me deixou sem chão. Sair sem rumo e sem entender o poder que as expressões mal colocadas podem penetrar em nossas vidas sem ao menos pedir licença e nos ferir de tal forma a nos deixar totalmente abalado, caído, cabisbaixo...
Eu me canso de tentar, deixo minhas palavras voarem no ar, sem motivos, sem mais nem porque me calo e saio da sala.
Eu me firo, me machuco, me complico e depois choro...
Sentar e chorar. Já ouviu essa expressão? Pois é... uma prática que eu não deveria fazer, mas infelizmente virou marca do meu dia-a-dia.
Ainda existem algumas lágrimas que precisam ser enxugadas, mas deixa pra lá, tem coisas que só eu tento entender e nem assim consigo resolver...
Fui ferido pelas palavras extraídas de uma alma vazia.
Eu já experimentei outros desgostos, mas o gosto dessas frases foi o que me deixou sem chão. Sair sem rumo e sem entender o poder que as expressões mal colocadas podem penetrar em nossas vidas sem ao menos pedir licença e nos ferir de tal forma a nos deixar totalmente abalado, caído, cabisbaixo...
Eu me canso de tentar, deixo minhas palavras voarem no ar, sem motivos, sem mais nem porque me calo e saio da sala.
Eu me firo, me machuco, me complico e depois choro...
Sentar e chorar. Já ouviu essa expressão? Pois é... uma prática que eu não deveria fazer, mas infelizmente virou marca do meu dia-a-dia.
Ainda existem algumas lágrimas que precisam ser enxugadas, mas deixa pra lá, tem coisas que só eu tento entender e nem assim consigo resolver...
Viver é mudar
Perdido, completamente desnorteado.
Novo, tudo novo. Longe bem distante do que deixou.
Não sabia se ficava ou se ia embora, se ria ou se chorava, se caminhava ou se parava a observar, se encantava ou se estranhava o que acabara de ver.
Pessoas aglomeradas, pequenas pedras pelo chão, um tom de cinza meio amarelado e algumas lágrimas. Não sabia se voltava e nem como ia voltar.
Novos ventos, outros tempos e talvez outro momento.
Estranho, sem sentido, completamente imperceptível, em minha cabeça mil perguntas, tantas memórias, grandes histórias e uma que eu queria esquecer... Talvez, relembrar quando estivesse distraído, ou com saudade. Mas sei lá, acho que prefiro esquecer.
Nas mãos, minhas malas com lembranças de tudo que vivi e que deixei para trás, e se perdi alguma coisa não voltarei para buscar.
Uma esperança? Viver tudo o que há de bom para viver, sem me importar ou pensar no que poderá acontecer...
Na cabeça, apenas uma certeza:
Sairei de minhas limitações, experimentarei novas aventuras, novos sabores, conhecerei pessoas, outros lugares e tirarei as impressões que me faz ver o mundo como eu imagino, e não simplesmente com é ou pode ser.
O final dessa história? Somente o tempo irá dizer...
Novo, tudo novo. Longe bem distante do que deixou.
Não sabia se ficava ou se ia embora, se ria ou se chorava, se caminhava ou se parava a observar, se encantava ou se estranhava o que acabara de ver.
Pessoas aglomeradas, pequenas pedras pelo chão, um tom de cinza meio amarelado e algumas lágrimas. Não sabia se voltava e nem como ia voltar.
Novos ventos, outros tempos e talvez outro momento.
Estranho, sem sentido, completamente imperceptível, em minha cabeça mil perguntas, tantas memórias, grandes histórias e uma que eu queria esquecer... Talvez, relembrar quando estivesse distraído, ou com saudade. Mas sei lá, acho que prefiro esquecer.
Nas mãos, minhas malas com lembranças de tudo que vivi e que deixei para trás, e se perdi alguma coisa não voltarei para buscar.
Uma esperança? Viver tudo o que há de bom para viver, sem me importar ou pensar no que poderá acontecer...
Na cabeça, apenas uma certeza:
Sairei de minhas limitações, experimentarei novas aventuras, novos sabores, conhecerei pessoas, outros lugares e tirarei as impressões que me faz ver o mundo como eu imagino, e não simplesmente com é ou pode ser.
O final dessa história? Somente o tempo irá dizer...
domingo, 17 de julho de 2011
Hoje, tão só...
Na janela vendo a vida passar...
No escuro, sentado em uma cadeira girando de um lado ao outro, eu observo todos os movimentos lá fora, a luz que reflete o meu rosto, os carros que passam, outras feições e até o frio que abraça a noite.
Eu que esperava por alguém que não vem mais, que desapareceu sem ao menos dizer...
Agora, apenas uma canção. Olhos fitados parados no tempo e a sensação de ter sido esquecido, deixado para trás.
Sem outros meios, junto-me a ansiedade e numa folha de papel começo a rabiscar, o que parece impossível...
Minhas tentativas são falhas, pensamentos turbulentos, palavras sem sentido, versos que eu não consigo terminar.
Não há firmeza no que escrevo e nem certeza no que penso.
Não há sentimentos que sei descrever e nem canções para decifrar.
Não há remédio para conter meus medos, ainda está escuro e o oculto insiste em me fazer parar. Além das limitações que prendem as minhas mais variáveis desilusões o que me resta é a solidão de um quarto escuro, preso na imensidão dos meus pensamentos.
Hoje eu me desprenderei das coisas fúteis que ocupam a minha memória e mesmo sabendo que não irei a lugar algum, ficarei na janela esperando você voltar...
Eu que esperava por alguém que não vem mais, que desapareceu sem ao menos dizer...
Agora, apenas uma canção. Olhos fitados parados no tempo e a sensação de ter sido esquecido, deixado para trás.
Sem outros meios, junto-me a ansiedade e numa folha de papel começo a rabiscar, o que parece impossível...
Minhas tentativas são falhas, pensamentos turbulentos, palavras sem sentido, versos que eu não consigo terminar.
Não há firmeza no que escrevo e nem certeza no que penso.
Não há sentimentos que sei descrever e nem canções para decifrar.
Não há remédio para conter meus medos, ainda está escuro e o oculto insiste em me fazer parar. Além das limitações que prendem as minhas mais variáveis desilusões o que me resta é a solidão de um quarto escuro, preso na imensidão dos meus pensamentos.
Hoje eu me desprenderei das coisas fúteis que ocupam a minha memória e mesmo sabendo que não irei a lugar algum, ficarei na janela esperando você voltar...
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Blá blá blá
Palavras e palavras sem destino...
Palavras sem sentido, sem rumo, escritas e jogadas ao vento.
É assim que eu me sinto, falando pra ninguém e para o mundo ao mesmo tempo!
Palavras sem sentido, sem rumo, escritas e jogadas ao vento.
É assim que eu me sinto, falando pra ninguém e para o mundo ao mesmo tempo!
Assinar:
Postagens (Atom)


